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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Roger Federer, Rafael Nadal e a Teoria da Relatividade - O retorno
Há pouco mais de três anos, fiz esse post aqui Teoria da Relatividade
Algumas pessoas com quem eu conversava sobre o assunto sempre diziam a mesma coisa: o Nadal é mais novo que o Federer, é só uma questão de tempo até ele ganhar mais títulos que o suíço. Tentei teimar, dizendo que o Federer era mais completo e que não era tão esquentadinho quanto o Nadal, mas não tinha como ir contra as estatísticas: o espanhol tava comendo a quadra. Até que surgiu alguém que poderia por um fim a esse duelo: Novak Djokovic. O sérvio ficou um bom tempo em terceiro no rank da ATP, atrás de Federer e Nadal. A sequência que o cara fez no início do ano passado foi incrível: 41 vitórias seguidas. Se contarmos as vitórias do final da temporada de 2010, foram 43 vitórias seguidas. De lá pra cá, ele assumiu o primeiro lugar da ATP e vem massacrando Nadal, inclusive no saibro, terreno preferido do tenista da cueca apertada. A última partida entre os dois, pelo aberto da Austrália, demorou quase seis horas e teve muita emoção. Ainda bem que o Galvão Bueno não estava narrando...
Tá, e a Teoria da Relatividade, Tonhão?
Se Djokovic não existisse, Nadal ainda seria o número 1? Ou Federer reassumiria a ponta? Nadal já seria o maior ganhador de Grand Slams?
Algumas pessoas com quem eu conversava sobre o assunto sempre diziam a mesma coisa: o Nadal é mais novo que o Federer, é só uma questão de tempo até ele ganhar mais títulos que o suíço. Tentei teimar, dizendo que o Federer era mais completo e que não era tão esquentadinho quanto o Nadal, mas não tinha como ir contra as estatísticas: o espanhol tava comendo a quadra. Até que surgiu alguém que poderia por um fim a esse duelo: Novak Djokovic. O sérvio ficou um bom tempo em terceiro no rank da ATP, atrás de Federer e Nadal. A sequência que o cara fez no início do ano passado foi incrível: 41 vitórias seguidas. Se contarmos as vitórias do final da temporada de 2010, foram 43 vitórias seguidas. De lá pra cá, ele assumiu o primeiro lugar da ATP e vem massacrando Nadal, inclusive no saibro, terreno preferido do tenista da cueca apertada. A última partida entre os dois, pelo aberto da Austrália, demorou quase seis horas e teve muita emoção. Ainda bem que o Galvão Bueno não estava narrando...
Tá, e a Teoria da Relatividade, Tonhão?
Se Djokovic não existisse, Nadal ainda seria o número 1? Ou Federer reassumiria a ponta? Nadal já seria o maior ganhador de Grand Slams?
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Muito longo e muito engraçado
Talento no tênis é inversamente proporcional ao talento em atuação.
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