sábado, 12 de dezembro de 2009
Pouco legal esse evento?
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Pausa para os comerciais...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Futebol Joinha - Lição de Cidadania
Tá, é uma merda ver seu time rebaixado, e infelizmente existem "torcedores" que não entendem o espetáculo do futebol (como o Fluminense escapar do rebaixamento quando existia uma probabilidade de 92% de cair e que vinha de um vicecampeonato na SulAmericana)e partem para a violência. Mas como fazer para evitar que isso acontece novamente nos estádios para que as pessoas não tenham medo de ir assistir ao jogo do seu time?
Segue a proposta do Futebol Joinha - Lição de Cidadania
REGRA #1: Para acabar com os xingamentos para com os árbitros e as discussões nos programas diários de futebol na televisão, quando houver um lance dividoso, como um impedimento, um toque de mão, que seja; o lance será concluído e será analisado por vídeo. Simples assim. Se houver irregularidade, cancela o lance. Acredito que isso seja o mais viável, barato e inteligente. Fora que é a melhor maneira da gente se livrar de santistas chorões que sempre dizem que o Santos é prejudicado. Sinceramente acho que isso é implantado porque time como o Corinthians não seriam mais campeão...
REGRA #2: Os ingressos serão nominais. Isso acaba de uma vez com os cambistas e com os falsos torcedores que só vão ao estádio para brigar. Causou tumulto? Pelo seu ingresso, sabe quem é o cara e ele deve ir direto para a delegacia. Tá, isso pode ser utopia da minha parte, mas é uma opção.
REGRA #3: Foi para delegacia por briga de torcida? Parabéns! Você acaba de ganhar o direito vitalício de assistir a todos jogos pela Rede Globo!!! Sim, estou sugerindo que as pessoas que atiram latas, invadem campos, agridem juízes, destroém alambrados percam o direito de ir ao estádio. Mas isso só entra em vigor assim que a REGRA #2 estiver válida, infelizmente.
REGRA #4: Todo estádio de futebol tem que ter canole. Obrigatoriamente.
Acredito que essas 4 simples regras facilitaram em muito o convívio entre os reais admiradores de futebol.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Improvisação Jóinha

terça-feira, 17 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Prêmio Blogordura Fashion - Futebol Jóinha
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Montevidéu Rock City


quinta-feira, 2 de julho de 2009
Vídeo motivacional do Corinthians
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Basquete Jóinha
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Uma tentativa de Futebol Jóinha
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Segunda pele palmeirense
terça-feira, 19 de maio de 2009
Futebol Jóinha - O lado negro
Refresque sua memória
A regra 3 do Futebol Jóinha fala em substituições ilimitadas. O nome já diz tudo.
Verdadeiras conseqüências
Vamos pegar como exemplo o time mais popular do Brasil. O Flamengo possui em seu plantel, hoje, 29 jogadores. A folha salarial gira em torno de 2,9 milhões de reais por mês. A dívida do time, que está diretamente ligada aos gastos com a folha salarial, é de aproximadamente 215 milhões de reais. Como também sabemos, possuir dívidas no futebol brasileiro deixou de ser exceção e virou regra, a ponto de o governo criar uma loteria só para que os times consigam pagar suas dívidas (mais um devaneio dos homens do poder).
Agora imaginem vocês, leitores, que esta regra seja aplicada. Os times passariam a ter um goleiro que só entra para pegar pênalti, um atacante e um zagueiro que só entram em escanteios e jogadas de bola parada, um ala que só entra para cruzar, volantes e zagueiros que entram quando o time está perdendo, meias que entram só para bater faltas centrais, meias e atacantes que entram quando o time está perdendo, e assim por diante. Chutando baixo, o plantel dos times dobraria. Juntamente com a folha salarial. Isso aumentaria enormemente as dívidas dos clubes, que, desesperados para conseguir dinheiro, aumentariam o ingresso dos jogos. Isso diminuiria o público e o interesse das pessoas pelo futebol. As dívidas continuariam a aumentar. Os clubes teriam que fechar suas portas. Então, querido leitor, as conseqüências desta simples regra seria, nada mais nada menos, que o fim do futebol brasileiro. Simples, não?
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Palhasexta
8. O campeonato brasileiro será amplamente divulgado
Esta regra específica para o nosso país atesta que é de responsabilidade da CBFJ (Confederação Brasileira de Futebol Jóinha) criar e veicular material de divulgação do campeonato nacional.
Isso inclui, entre outros, a criação de um logotipo padronizado para o Campeonato Brasileiro e filmes comerciais chamativos.
Parece tonto, mas campeonatos importantes e organizados têm um logotipo: NBA, NFL, The Chaaaampions e Roland Garros.
E é incrível que não haja um filme promocional sobre a estreia de um campeonato que terá a participação de Ronaldo, Adriano, Fred, Nilmar, Rogério Ceni, Marcos, Parreira, Luxemburgo e Muricy.
Como exemplo, dois filmes simples, curtos e legais sobre a NBA. No primeiro, Magic Johnson e Larry Bird falam sobre a eternidade das rivalidades e no segundo, fotos legais e textos bacanas mostrando que a NBA é da hora.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Chamadas do SporTV
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Palhasexta
7. Dois árbitros apitarão a partida
Como árbitro é profissão remunerada e regulamentada, em dias em que não há jogos, os árbitros estarão treinando aspectos físicos e teóricos do jogo, aprimorando assim o condicionamento e a uniformidade de critérios.
Do mesmo jeito que ocorre no Paulistão 2009, os quintetos de arbitragem (dois árbitros, dois auxiliares e um quinto árbitro) serão fixos durante os campeonatos, de modo que haja mais entrosamento entre a equipe.
O único problema dessa medida é que não há nenhum problema.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Futebol Jóinha - É tetra!
Prezados Chico Pinheiro, membros da imprensa e público eleitor, ficou claro aqui que o candidato Zven não tem propostas concretas e que toda a sua campanha é baseada em ofensas e calúnias contra a minha pessoa.
Reitero alguns pontos do meu argumento:
- E na Europa? Lá há bem menos faltinhas durante o jogo, o que mostra que é possível sim haver menos faltas por jogo.
- A reclamação com juízes é uma coisa cultural e que pode ser mudada. Zven, se você bem se lembra, na final do mundial interclubes de 2005, o Liverpool teve 3 gols anulados com uma precisão incrível. Você se lembra se houve muita reclamação? Não houve. Imagine agora se fosse o São Paulo a ter 3 gols anulados. Todos iam chiar e parar o jogo por muito tempo. Isso mostra que tem gente que reclama e tem gente que não. Se tem gente que não, podemos fazer com que todos sejam não-reclamentos.
- Vamos relembrar este seu exemplo:
"Imaginemos que um time esteja perdendo por 2x0 aos 30 do segundo tempo. Este time não criou nada até agora, levou um baile dos adversários, só não tomou mais gols por pura sorte."
Bem, você está subestimando a inteligência do time melhor. Por que é que um time ganhando de dois a zero começaria a fazer faltas em um time que não cria nada? Para o time melhor, é bom que os perebas fiquem enrolando com a bola, sem fazer nada. No Futebol Jóinha, os dois árbitros não marcarão desabamentos premeditados ao chão. Se isso ocorrer, aquele que estava com a bola vai ficar estatelado no chão, o marcador vai pegar a bola, armar o contra-ataque e talvez fazer o terceiro gol. A única maneira do time de perebas de conseguir o número de faltas suficiente para o tiro livre é se eles tiverem alguém que realmente leve perigo ao gol adversário, alguém com habilidade e classe, que precise ser parado com faltas, como Raí ou Zidane.
Assim, deixo meu abraço a você, eleitor, que tanto sofre com esse futebol de hoje em dia, que quer um jogo melhor pra sua família, um horário melhor pra ir ao estádio... é com você que eu falo. Peço a você um voto de confiança e vamos juntos mudar a cara do futebol!
Futebol Jóinha - tréplica
- Primeiro, me desculpe o erro no acento, mas para nós, finlandeses, a palavra joínha é mais sonora do que jóinha.
- Você, como legítimo participante da saudosa Interbio, devia saber mais do que ninguém que o futsal é um esporte completamente diferente do futebol de campo. Veja bem, eu não disse que é mais ou menos igual. É MUITO diferente. Preparo físico, movimentação, função dos jogadores, jogadas, habilidades... pelo amor dos Vikings, até a bola é diferente! Basta jogar os dois para sentir a mudança. O maior exemplo disso é o fracasso do até então melhor jogador de futsal do mundo, Falcão, no futebol de campo. E não venha com a balela que o Leão queimou ele. Logo, o futsal não deve ser utilizado como exemplo.
- Você, com essa regra, esta dando de bandeja um meio fácil de se chegar ao maior objetivo do jogo. È óbvio que os técnicos irão explorar essa facilidade, tentando fazer o time receber o maior número de faltas possível. O jogo mudaria de cara. Para que treinar grandes jogadas, com níveis de dificuldade e beleza elevados, se basta sofrer uma falta que o resultado é o mesmo?
- Vou dar um exemplo. Imaginemos que um time esteja perdendo por 2x0 aos 30 do segundo tempo. Este time não criou nada até agora, levou um baile dos adversários, só não tomou mais gols por pura sorte. O que o técnico pensaria? Que o único jeito de virar a situação é tendo faltas a favor para batê-las na meia-lua. Logo, essa seria a ordem dada aos jogadores. E o pior: se as faltas realmente ocorrerem, este time, que fez um jogo medonho, é capaz de virar o jogo. O que estou querendo dizer é que os jogos passariam a ser decididos nas faltas, e não mais pelos craques, o que, a longo prazo, fariam os craques sumirem e os Denílsons multiplicarem-se.
- Além disso, os juízes passariam a ter uma influência ainda maior nos resultados, já que cada falta, mesmo no meio campo, pode resultar em gol. Por mais que os juízes tenham bons salários e sejam treinados, os erros sempre acontecem, e estes pequenos erros, como inversão de uma falta no meio campo, ou mesmo uma falta mal marcada no campo de ataque, poderá decidir um jogo. Logo, não irá bastar ter um ótimo time, deve-se torcer também para que o juiz marque mais faltas a favor do que contra.
Visto isso, palhacito, espero que a sanidade volte a sua cabeça e você perceba o mal que que esta regra iria causar no esporte mais popular do mundo.
Em breve, mais regras do Futebol Jóinha serão aqui desmoralizadas.
Abajo la Revolución!
Zven, o Finlandês.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Futebol Jóinha – a réplica
Bem, como toda quebra de paradigma, seja em que área for, demanda convencimento e debates persistentes, vamos lá:
- Prezado Zven, em primeiro lugar, o acento de Jóinha é no ‘o’.
- De fato há muito ‘cai-cai’ no futebol brasileiro, mas não podemos generalizar para o futebol ‘atual’. Na Europa, as pequenas faltas que existem aqui são ignoradas pelos árbitros e o jogo segue normalmente, sem paralisações. Ou seja, no futebol atual, há lugares em que o ‘cai-cai’ não é premiado.
- Para evitar o seu temido ‘cai-cai’, quatro atitudes serão fundamentais e naturais no Futebol Jóinha:
1. os juízes terão critérios claros e uniformes para as faltas e não apitarão qualquer encontrãozinho na intermediária. Não haverá ‘juízes perdidos’, como você mesmo insinuou, pois eles serão muito bem preparados e treinados, assim como prevê a regra 6 (árbitro é profissão bem remunerada). Além disso, os juízes estarão muito mais próximos dos lances de falta, como prevê a ainda não divulgada regra 7 (o jogo será apitado por dois árbitros principais).
2. o jogador que estiver com a posse da bola não é burro. Ele perceberá, por tentativa e erro, que não adiantará cair à toa, pois os árbitros não darão falta.
3. o jogador que estiver sem a bola não é burro. Ele perceberá, por tentativa e erro, que fazer faltas idiotas prejudicará o seu time e a sua carreira.
4. os técnicos não são burros. Eles orientarão os jogadores a não fazerem faltas idiotas e/ou não inventarem faltas.
- Quanto à ausência de jogadas trabalhadas, peguemos o Futsal como exemplo. Um futebol com muito menos espaço (cada jogador tem em média 5 vezes menos espaço para jogar do que no Futebol de campo) e com uma regra de limite de faltas. Em quantos jogos de Futsal os times ultrapassam o limite de faltas? Não há jogadas bonitas no Futsal? Quanto aos Denílsons, o Futsal conta com Falcão, Lenísio, Valdim...
- Os técnicos podem treinar apenas um jogador para bater os tiros da meia-lua, afinal de contas, como prevê a regra 3, há substituições ilimitadas. Desta maneira, o especialista só precisa entrar durante poucos momentos para bater a falta.
- As paralisações do futebol americano são previstas no jogo e acontecem porque os times ficam combinando jogadas idiotas entre uma tentativa de descida e outra. Tirando o desafio do técnico (regra também prevista no Futebol Jóinha), não há paralisações por reclamações com o árbitro, pois as regras são claras e os juízes sabem o que estão fazendo. O mesmo acontecerá no Futebol Jóinha.
Sendo assim, Mui Digníssimo Zven, sugiro que implante esse seu futebol burocrático na fria Finlândia e deixe a arte e a emoção do Futebol Jóinha para quem entende do assunto.
Viva la (r)evolución!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Futebol Joínha – O lado negro.
Refresque sua memória
Na 1º regra do Futebol Joínha, foi sugerido que, ao sofrer a nona falta, o time bateria uma falta da meia-lua da grande área, independente do local onde a mesma ocorreu.
As verdadeiras conseqüências
- Atualmente os jogadores se jogam para cavar faltas mesmo que essas não representem vantagem nenhuma para seu time. Agora imaginem vocês, queridos leitores, se essa regra fosse adotada. Iria ser um tal de cai-cai no campo inteiro. Jogadores pulando ao menor sinal de contato, juízes perdidos sem saber o que apitar, a torcida revoltada com qualquer decisão que o juiz tome. Enfim, o jogo iria virar uma zona.
- É muito mais fácil fazer um gol após a nona falta do que após uma jogada bem trabalhada, que necessita de muito treino e dedicação para ocorrer. Logo, os técnicos abandonariam os treinos de passes, ultrapassagens de jogadores do meio campo, tabelinhas com toques de primeira, enfim, tudo que faz o futebol ser o que é, e passariam a treinar os jogadores a receber faltas e batê-las na meia lua. Enfim, o jogo iria virar uma bosta.
- Ainda conseqüência do item anterior, os grandes craques de toques refinados como Zidane e Raí iriam desaparecer, e os times teriam 11 Denílsons cada um.
- A cada falta, todos os jogadores do time iriam reclamar com o juiz, o que leva a aquela perda de tempo chata do jogo. Daí, a cada falta depois da nona, o jogo tem que ser parado, o jogador deve levar a bola até a meia lua, mais reclamação, demora para bater, mais perda de tempo. O jogo ficaria mais parado que futebol americano. Daí viria algum gênio e falaria que esse tempo perdido é bom para colocar propagandas. Enfim, o jogo iria virar um lixo.
Aguardem novas revelações do lado negro do futebol Joinha.
Abajo la Revolución!
Zven, o finlandês.