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sábado, 12 de dezembro de 2009

Pouco legal esse evento?

Luis Carlos Goiano, Carlos Miguel, Rivarola, Jardel, Mauro Galvão, Paulo Nunes...

Isso é bem Futebol Jóinha!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Pausa para os comerciais...

Logo após o CEBFolia Fantasia, o guarda-metas Lehmann deu uma chegadinha logo ali pra dar uma aliviada, quase chucrou e virou manchete. Tudo isso durante jogo do Stuttgart e Unirea...














... ou era Stuttgart e Urinae???

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Futebol Joinha - Lição de Cidadania

Gostaria de pedir a coluna do Palhacinho para comentar sobre o ocorrido ontem no final do jogo entre Coritiba x Fluminense. Para quem não viu, segue o vídeo:


Tá, é uma merda ver seu time rebaixado, e infelizmente existem "torcedores" que não entendem o espetáculo do futebol (como o Fluminense escapar do rebaixamento quando existia uma probabilidade de 92% de cair e que vinha de um vicecampeonato na SulAmericana)e partem para a violência. Mas como fazer para evitar que isso acontece novamente nos estádios para que as pessoas não tenham medo de ir assistir ao jogo do seu time?

Segue a proposta do Futebol Joinha - Lição de Cidadania
REGRA #1: Para acabar com os xingamentos para com os árbitros e as discussões nos programas diários de futebol na televisão, quando houver um lance dividoso, como um impedimento, um toque de mão, que seja; o lance será concluído e será analisado por vídeo. Simples assim. Se houver irregularidade, cancela o lance. Acredito que isso seja o mais viável, barato e inteligente. Fora que é a melhor maneira da gente se livrar de santistas chorões que sempre dizem que o Santos é prejudicado. Sinceramente acho que isso é implantado porque time como o Corinthians não seriam mais campeão...

REGRA #2: Os ingressos serão nominais. Isso acaba de uma vez com os cambistas e com os falsos torcedores que só vão ao estádio para brigar. Causou tumulto? Pelo seu ingresso, sabe quem é o cara e ele deve ir direto para a delegacia. Tá, isso pode ser utopia da minha parte, mas é uma opção.

REGRA #3: Foi para delegacia por briga de torcida? Parabéns! Você acaba de ganhar o direito vitalício de assistir a todos jogos pela Rede Globo!!! Sim, estou sugerindo que as pessoas que atiram latas, invadem campos, agridem juízes, destroém alambrados percam o direito de ir ao estádio. Mas isso só entra em vigor assim que a REGRA #2 estiver válida, infelizmente.


REGRA #4: Todo estádio de futebol tem que ter canole. Obrigatoriamente.

Acredito que essas 4 simples regras facilitaram em muito o convívio entre os reais admiradores de futebol.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Improvisação Jóinha

Eu particularmente gosto de assistir a um jogo de futsal entre duas boas equipes. Mesmo que seja apenas 1 a 0, a tática do jogo, a técnica dos caras, a qualidade dos goleiros, tudo isso já me satisfaz.

Há outras modalidades, como o Showbol, que já não são assim. Nele, você vê o Viola fazendo tabela na parede, vê o o Rincón agredindo um companheiro de time, vê um jogo que é 10 x 9. É bacana também, mas nem tanto.

Ultimamente surgiram alguns espetáculos de improvisação por aí. Muitos deles, showbol-like.

Nesse fim de ano, quem quiser ver um jogo bem jogado de improvisação, um futsal entre Malwee e Carlos Barbosa, vá à Vila Madalena assistir ao Caleidoscópio. Podem confiar!





quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Prêmio Blogordura Fashion - Futebol Jóinha

No Futebol Jóinha, é interessante que cada clube tenha produtos legais para serem comercializados. Neste ano, quem levou o prêmio Blogordura Fashion de camisas bacanas foi o Palmeiras.



Taí algumas camisas bonitas.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Montevidéu Rock City

Em um sábado de 1999, deixei de lado as apostilas do cursinho e fui a um show da banda KISS, com um amigo. Foi incrível. Pirei. Caras pintadas, explosões, bateria voando, baixista babando sangue, vocalista voando sobre o público, mais explosões, telão 3D. Pirei. Que se dane o vestibular, quero mais é ser roqueiro!

Em 2009, muito tempo depois de ter passado na FUVEST e ter desistido de ser roqueiro, fui novamente a um show do KISS, com o mesmo amigo da primeira vez. As músicas e a performance do show foram bem parecidas às daquele primeiro. Mas dessa vez eu achei apenas 'ok', veredito que foi compartilhado pelo meu amigo.

Depois de rápida reflexão, cheguei à conclusão que 10 anos nas costas, nas minhas costas, foram suficientes para a mudança de 'incrível' para 'ok'. Vale ressaltar que os 10 anos nas costas dos artistas da banda não parecem ter atrapalhado em nada a alegria de cantar sobre mulheres, sexo e rock 'n roll.

Fiquei 10 anos mais velho, assim como todas as pessoas que viveram em 1999 e ainda vivem hoje. Será que esse envelhecimento inevitavelmente transforma coisas 'incríveis' em 'ok'? Não, de certo que não. Poderíamos encontrar coisas que tomaram o caminho oposto, coisas que agora são incríveis, mas isso é papo para outra hora.

Faz tempo que não acho o futebol uma coisa incrível. Alguém aí vai dizer que a Copa de 2006 foi legal? Pois é, eu também não.

Lembro de jogos como São Paulo x Flamengo, em confrontos pela saudosa Supercopa. Um Argentina x Romênia, nas oitavas de final da Copa dos EUA. Onde estão esses jogos? Onde estão os Jogos Para a História, do Mank? Lembro dos duelos entre Palmeiras e Corinthians, na Libertadores de 1999. Mesmo um despretensioso amistoso entre Brasil e África do Sul, patrocinado pela Zagallo Airlines.

Será que todos esses jogos só foram incríveis porque eu era bem mais jovem, bem mais propenso a encantamentos?

Tive essa reflexão depois do show do KISS e tive muito recentemente também. Ontem assisti ao primeiro tempo do jogo Uruguai x Argentina com meus colegas de Blogordura, Svonka e Alín. Fazia tempo que eu não ficava empolgado para assistir a um jogo. É a decisão de quem vai para a Copa. A Copa! A Copa do Mundo! Será que a Argentina teria que disputar a repescagem? De novo? Que vergonha. E o Equador, no jogo paralelo? Será que ia aprontar alguma travessura? Tive aquele friozinho na barriga durante a tarde. "Ai, ai, ai, vai ser muito legal".

Para minha decepção, foram 45 minutos deploráveis. Depois assisti ao VT do segundo tempo. Melhores momentos feios, jogadas toscas, bate-rebate, gol feio. Um lixo total.

Quem viu a repercussão do jogo, viu que o grande foco foi dado ao Maradona xingando a imprensa do que ao tal jogo 'histórico' em si. Nada mais justo.

Quase chegando à conclusão de que nunca mais ia me divertir com futebol, lembrei de um recente fim de semana em que assisti a Manchester United x Manchester City.

Ufa! Ainda há diversão no esporte bretão.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Basquete Jóinha

Pra mim, faltam no futebol jogadas bacanas, malandras e bem pensadas. Cobranças de falta ensaiadas, arremessos laterais diferentes, escanteios legais. A regra do Futebol Jóinha que permitiria uma nova gama dessas jogadas seria a que diz que "Mão na bola é falta e pronto." Acho que seria realmente legal um atacante entrando na área e, encurralado, jogar a bola de propósito na mão do adversário. O marcador, por sua vez, tem que ficar atento e esconder suas mãos, mas não deixar que isso lhe tire o equilíbrio e permita com que o atacante se livre da marcação.

Um exemplo de jogadas legais às vezes acontece no basquete e é mostrado no vídeo abaixo. A primeira vez que vi uma jogada como essa foi em um jogo na Bandeirantes, de madrugada, em 93/94, e ela foi protagonizada por Scottie Pippen, do Chicago Bulls. Me lembro de ter ficado maravilhado e pensei: "que se dane a aula de geografia de amanhã, vou ver esse jogo até o fim." Claro que na manhã seguinte eu fui acordado pela minha mãe e tive que ir à aula de geografia.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Uma tentativa de Futebol Jóinha

Ontem foi a final da Champions League. Propagandas incríveis, pessoas cantarolando 'The Chaaaaaampioons' na rua, pedestres tomando Heineken, cerimônia de abertura excelente, estádio bonito e lotado. Uma preparação digna do Futebol Jóinha.

Aí veio o jogo, que era chamado de 'Final dos Sonhos'. Um primeiro tempo beeeeem meia boca e um segundo tempo legal. Nada demais, assim como acontece no Brasil. Ganhou quem merecia.

Aí, em Barcelona, uma zona porrrca, vândalos brigando com a polícia e uma penca de feridos e presos, assim como acontece no Brasil. Seja na Av. Paulista ou em Las Ramblas, torcedor é tudo igual. Confira aqui.

Uma boa tentativa de Futebol Jóinha, mas não muito diferente do que temos por aqui.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Segunda pele palmeirense

Não achei a execução incrível, as a iniciativa é louvável. Tem que ter divulgação! É um dos princípios do Futebol Jóinha.

Marcão (zagueiro) e Pierre estão indicados para o Oscar.


terça-feira, 19 de maio de 2009

Futebol Jóinha - O lado negro

Após receber ameaças e acusações, estou de volta, queridos leitores, porque vocês merecem saber a verdade. Agora com um novo nome, vou mostrar as terríveis conseqüências da implementação das regras do Futebol Jóinha, ou, como os membro da FIFA o batizaram, The Little Thumb Football.

Refresque sua memória

A regra 3 do Futebol Jóinha fala em substituições ilimitadas. O nome já diz tudo.

Verdadeiras conseqüências

Vamos pegar como exemplo o time mais popular do Brasil. O Flamengo possui em seu plantel, hoje, 29 jogadores. A folha salarial gira em torno de 2,9 milhões de reais por mês. A dívida do time, que está diretamente ligada aos gastos com a folha salarial, é de aproximadamente 215 milhões de reais. Como também sabemos, possuir dívidas no futebol brasileiro deixou de ser exceção e virou regra, a ponto de o governo criar uma loteria só para que os times consigam pagar suas dívidas (mais um devaneio dos homens do poder).
Agora imaginem vocês, leitores, que esta regra seja aplicada. Os times passariam a ter um goleiro que só entra para pegar pênalti, um atacante e um zagueiro que só entram em escanteios e jogadas de bola parada, um ala que só entra para cruzar, volantes e zagueiros que entram quando o time está perdendo, meias que entram só para bater faltas centrais, meias e atacantes que entram quando o time está perdendo, e assim por diante. Chutando baixo, o plantel dos times dobraria. Juntamente com a folha salarial. Isso aumentaria enormemente as dívidas dos clubes, que, desesperados para conseguir dinheiro, aumentariam o ingresso dos jogos. Isso diminuiria o público e o interesse das pessoas pelo futebol. As dívidas continuariam a aumentar. Os clubes teriam que fechar suas portas. Então, querido leitor, as conseqüências desta simples regra seria, nada mais nada menos, que o fim do futebol brasileiro. Simples, não?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Palhasexta

As novas regras do futebol - Futebol Jóinha

8. O campeonato brasileiro será amplamente divulgado


Esta regra específica para o nosso país atesta que é de responsabilidade da CBFJ (Confederação Brasileira de Futebol Jóinha) criar e veicular material de divulgação do campeonato nacional.

Isso inclui, entre outros, a criação de um logotipo padronizado para o Campeonato Brasileiro e filmes comerciais chamativos.

Parece tonto, mas campeonatos importantes e organizados têm um logotipo: NBA, NFL, The Chaaaampions e Roland Garros.

E é incrível que não haja um filme promocional sobre a estreia de um campeonato que terá a participação de Ronaldo, Adriano, Fred, Nilmar, Rogério Ceni, Marcos, Parreira, Luxemburgo e Muricy.

Como exemplo, dois filmes simples, curtos e legais sobre a NBA. No primeiro, Magic Johnson e Larry Bird falam sobre a eternidade das rivalidades e no segundo, fotos legais e textos bacanas mostrando que a NBA é da hora.



domingo, 22 de fevereiro de 2009

Chamadas do SporTV

O SporTV tem ótimas chamadas (dignas do futebol Jóinha) para todos os times brasileiros da Libertadores. Infelizmente só achei a do São Paulo online. Em breve, Sport, Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Palhasexta

As novas regras do futebol - Futebol Jóinha

7. Dois árbitros apitarão a partida


No Futebol Jóinha não tem juiz mal colocado ou longe da jogada. Com metade do campo para cada um, o juiz corre menos, vê as jogadas mais de perto e apita melhor.

Como árbitro é profissão remunerada e regulamentada, em dias em que não há jogos, os árbitros estarão treinando aspectos físicos e teóricos do jogo, aprimorando assim o condicionamento e a uniformidade de critérios.

Do mesmo jeito que ocorre no Paulistão 2009, os quintetos de arbitragem (dois árbitros, dois auxiliares e um quinto árbitro) serão fixos durante os campeonatos, de modo que haja mais entrosamento entre a equipe.

O único problema dessa medida é que não há nenhum problema.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Futebol Jóinha - É tetra!

Prezados Chico Pinheiro, membros da imprensa e público eleitor, ficou claro aqui que o candidato Zven não tem propostas concretas e que toda a sua campanha é baseada em ofensas e calúnias contra a minha pessoa.

Reitero alguns pontos do meu argumento:


- E na Europa? Lá há bem menos faltinhas durante o jogo, o que mostra que é possível sim haver menos faltas por jogo.


- A reclamação com juízes é uma coisa cultural e que pode ser mudada. Zven, se você bem se lembra, na final do mundial interclubes de 2005, o Liverpool teve 3 gols anulados com uma precisão incrível. Você se lembra se houve muita reclamação? Não houve. Imagine agora se fosse o São Paulo a ter 3 gols anulados. Todos iam chiar e parar o jogo por muito tempo. Isso mostra que tem gente que reclama e tem gente que não. Se tem gente que não, podemos fazer com que todos sejam não-reclamentos.





- Vamos relembrar este seu exemplo:


"Imaginemos que um time esteja perdendo por 2x0 aos 30 do segundo tempo. Este time não criou nada até agora, levou um baile dos adversários, só não tomou mais gols por pura sorte."


Bem, você está subestimando a inteligência do time melhor. Por que é que um time ganhando de dois a zero começaria a fazer faltas em um time que não cria nada? Para o time melhor, é bom que os perebas fiquem enrolando com a bola, sem fazer nada. No Futebol Jóinha, os dois árbitros não marcarão desabamentos premeditados ao chão. Se isso ocorrer, aquele que estava com a bola vai ficar estatelado no chão, o marcador vai pegar a bola, armar o contra-ataque e talvez fazer o terceiro gol. A única maneira do time de perebas de conseguir o número de faltas suficiente para o tiro livre é se eles tiverem alguém que realmente leve perigo ao gol adversário, alguém com habilidade e classe, que precise ser parado com faltas, como Raí ou Zidane.


Assim, deixo meu abraço a você, eleitor, que tanto sofre com esse futebol de hoje em dia, que quer um jogo melhor pra sua família, um horário melhor pra ir ao estádio... é com você que eu falo. Peço a você um voto de confiança e vamos juntos mudar a cara do futebol!


Futebol Jóinha - tréplica

Prezado palhacito:

- Primeiro, me desculpe o erro no acento, mas para nós, finlandeses, a palavra joínha é mais sonora do que jóinha.

- Você, como legítimo participante da saudosa Interbio, devia saber mais do que ninguém que o futsal é um esporte completamente diferente do futebol de campo. Veja bem, eu não disse que é mais ou menos igual. É MUITO diferente. Preparo físico, movimentação, função dos jogadores, jogadas, habilidades... pelo amor dos Vikings, até a bola é diferente! Basta jogar os dois para sentir a mudança. O maior exemplo disso é o fracasso do até então melhor jogador de futsal do mundo, Falcão, no futebol de campo. E não venha com a balela que o Leão queimou ele. Logo, o futsal não deve ser utilizado como exemplo.

- Você, com essa regra, esta dando de bandeja um meio fácil de se chegar ao maior objetivo do jogo. È óbvio que os técnicos irão explorar essa facilidade, tentando fazer o time receber o maior número de faltas possível. O jogo mudaria de cara. Para que treinar grandes jogadas, com níveis de dificuldade e beleza elevados, se basta sofrer uma falta que o resultado é o mesmo?

- Vou dar um exemplo. Imaginemos que um time esteja perdendo por 2x0 aos 30 do segundo tempo. Este time não criou nada até agora, levou um baile dos adversários, só não tomou mais gols por pura sorte. O que o técnico pensaria? Que o único jeito de virar a situação é tendo faltas a favor para batê-las na meia-lua. Logo, essa seria a ordem dada aos jogadores. E o pior: se as faltas realmente ocorrerem, este time, que fez um jogo medonho, é capaz de virar o jogo. O que estou querendo dizer é que os jogos passariam a ser decididos nas faltas, e não mais pelos craques, o que, a longo prazo, fariam os craques sumirem e os Denílsons multiplicarem-se.

- Além disso, os juízes passariam a ter uma influência ainda maior nos resultados, já que cada falta, mesmo no meio campo, pode resultar em gol. Por mais que os juízes tenham bons salários e sejam treinados, os erros sempre acontecem, e estes pequenos erros, como inversão de uma falta no meio campo, ou mesmo uma falta mal marcada no campo de ataque, poderá decidir um jogo. Logo, não irá bastar ter um ótimo time, deve-se torcer também para que o juiz marque mais faltas a favor do que contra.

Visto isso, palhacito, espero que a sanidade volte a sua cabeça e você perceba o mal que que esta regra iria causar no esporte mais popular do mundo.

Em breve, mais regras do Futebol Jóinha serão aqui desmoralizadas.

Abajo la Revolución!

Zven, o Finlandês.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Futebol Jóinha – a réplica

Prezados leitores, nesta semana o Futebol Jóinha foi vítima de ataques maldosos e baixos, orquestrados por grupos anti-evolucionários que nada mais querem do que estagnar o esporte nacional e viver no passado.

Bem, como toda quebra de paradigma, seja em que área for, demanda convencimento e debates persistentes, vamos lá:

- Prezado Zven, em primeiro lugar, o acento de Jóinha é no ‘o’.

- De fato há muito ‘cai-cai’ no futebol brasileiro, mas não podemos generalizar para o futebol ‘atual’. Na Europa, as pequenas faltas que existem aqui são ignoradas pelos árbitros e o jogo segue normalmente, sem paralisações. Ou seja, no futebol atual, há lugares em que o ‘cai-cai’ não é premiado.

- Para evitar o seu temido ‘cai-cai’, quatro atitudes serão fundamentais e naturais no Futebol Jóinha:
1. os juízes terão critérios claros e uniformes para as faltas e não apitarão qualquer encontrãozinho na intermediária. Não haverá ‘juízes perdidos’, como você mesmo insinuou, pois eles serão muito bem preparados e treinados, assim como prevê a regra 6 (árbitro é profissão bem remunerada). Além disso, os juízes estarão muito mais próximos dos lances de falta, como prevê a ainda não divulgada regra 7 (o jogo será apitado por dois árbitros principais).
2. o jogador que estiver com a posse da bola não é burro. Ele perceberá, por tentativa e erro, que não adiantará cair à toa, pois os árbitros não darão falta.
3. o jogador que estiver sem a bola não é burro. Ele perceberá, por tentativa e erro, que fazer faltas idiotas prejudicará o seu time e a sua carreira.
4. os técnicos não são burros. Eles orientarão os jogadores a não fazerem faltas idiotas e/ou não inventarem faltas.

- Quanto à ausência de jogadas trabalhadas, peguemos o Futsal como exemplo. Um futebol com muito menos espaço (cada jogador tem em média 5 vezes menos espaço para jogar do que no Futebol de campo) e com uma regra de limite de faltas. Em quantos jogos de Futsal os times ultrapassam o limite de faltas? Não há jogadas bonitas no Futsal? Quanto aos Denílsons, o Futsal conta com Falcão, Lenísio, Valdim...

- Os técnicos podem treinar apenas um jogador para bater os tiros da meia-lua, afinal de contas, como prevê a regra 3, há substituições ilimitadas. Desta maneira, o especialista só precisa entrar durante poucos momentos para bater a falta.

- As paralisações do futebol americano são previstas no jogo e acontecem porque os times ficam combinando jogadas idiotas entre uma tentativa de descida e outra. Tirando o desafio do técnico (regra também prevista no Futebol Jóinha), não há paralisações por reclamações com o árbitro, pois as regras são claras e os juízes sabem o que estão fazendo. O mesmo acontecerá no Futebol Jóinha.

Sendo assim, Mui Digníssimo Zven, sugiro que implante esse seu futebol burocrático na fria Finlândia e deixe a arte e a emoção do Futebol Jóinha para quem entende do assunto.

Viva la (r)evolución!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Futebol Joínha – O lado negro.

Alguns meses atrás, nosso querido palhacito sugeriu regras que, segundo ele, melhorariam abismalmente o futebol mundial. Regras estas que não apresentariam sequer uma desvantagem. Pois bem. Estou aqui para abrir os olhos do mundo e mostrar as verdadeiras conseqüências que estas regras acarretariam no maior dos esportes. Uma a uma, essas regras serão discutidas e levadas ao descrédito.

Refresque sua memória

Na 1º regra do Futebol Joínha, foi sugerido que, ao sofrer a nona falta, o time bateria uma falta da meia-lua da grande área, independente do local onde a mesma ocorreu.

As verdadeiras conseqüências

- Atualmente os jogadores se jogam para cavar faltas mesmo que essas não representem vantagem nenhuma para seu time. Agora imaginem vocês, queridos leitores, se essa regra fosse adotada. Iria ser um tal de cai-cai no campo inteiro. Jogadores pulando ao menor sinal de contato, juízes perdidos sem saber o que apitar, a torcida revoltada com qualquer decisão que o juiz tome. Enfim, o jogo iria virar uma zona.

- É muito mais fácil fazer um gol após a nona falta do que após uma jogada bem trabalhada, que necessita de muito treino e dedicação para ocorrer. Logo, os técnicos abandonariam os treinos de passes, ultrapassagens de jogadores do meio campo, tabelinhas com toques de primeira, enfim, tudo que faz o futebol ser o que é, e passariam a treinar os jogadores a receber faltas e batê-las na meia lua. Enfim, o jogo iria virar uma bosta.

- Ainda conseqüência do item anterior, os grandes craques de toques refinados como Zidane e Raí iriam desaparecer, e os times teriam 11 Denílsons cada um.

- A cada falta, todos os jogadores do time iriam reclamar com o juiz, o que leva a aquela perda de tempo chata do jogo. Daí, a cada falta depois da nona, o jogo tem que ser parado, o jogador deve levar a bola até a meia lua, mais reclamação, demora para bater, mais perda de tempo. O jogo ficaria mais parado que futebol americano. Daí viria algum gênio e falaria que esse tempo perdido é bom para colocar propagandas. Enfim, o jogo iria virar um lixo.

Aguardem novas revelações do lado negro do futebol Joinha.

Abajo la Revolución!

Zven, o finlandês.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Palhasexta

As novas regras do futebol - Futebol Jóinha

6. Árbitro é profissão bem remunerada

O jogo não acontece sem os jogadores, mas também não acontece sem juiz. 

É inconcebível que um árbitro de futebol profissional, no Brasil, tenha que ter outros empregos para poder se manter. Assim como os jogadores, o árbitro precisa de treino físico, precisa frequentar congressos e reuniões com outros árbitros, precisa estudar lances, critérios e posicionamentos. Tudo isso demanda tempo e o cara tem que receber pelo tempo que trabalha.

Todos sempre falam das grandes jogadas dos jogadores e das cagadas do árbitros. Ninguém reconhece boas 'jogadas' dos árbitros. Por exemplo, o pênalti do Rogério no Robinho, na final do Brasileiro 2002 foi uma puta jogada tanto do Robinho como do Simon. Qualquer árbitro deveria ter orgulho de estar exatamente ali, pra apitar aquele lance. 



Com essa medida, teremos muito mais jogadaças dos árbitros!


Vantagens

- Melhores arbitragens

Desvantagens

- ...