Mas como em todas as sagas maniqueistas do cinema, o grande heroi acordou de seu sono profundo para lutar contra o fim do mundo numa batalha sangrenta contra uma aliança dos exércitos viking, manking, das mumias de fofankamon e seus filhinhos superdotados, dos palhaços do mal, de obturadores, tocadores e fazedores de fumaça, tanques devoradores de yakissoba, traquinas nucleares, pintores diabolicos, abridores de colunas e jow-jows mortais.
Cada batalhão adversario atacava com habilidades especificas, visando atingir pontos fracos do heroi. Mas como nos filmes, o heroi voltou mais forte, sem pontos fracos aparentes.
O fracasso inicial da aliança rebelde logo fez com que seus batalhões brigassem entre si, pois como nos filmes o mal não tem carater.
Peça por peça eles foram se matando, eliminado uns mas tornando outros mais poderosos enquanto o heroi mantinha-se vivo.
No final da batalha movimentos estratégicamente calculados e planejados fortaleceram o exército turco, que via seu império nas mãos do general manking, o chefe das trevas. Desavenças entre os lideres manking e viking enfraqueceram a aliança do mal, mas acordaram Fofankamon, que ja havia comido palhacinhos e seus proprios filhos. Agora mais forte, Fofankamon virou-se contra os exércitos manking e viking, acabando com o general manking e pilhando suas riquezas, pois como nos filmes o mal quer o poder a qualquer custo e frequentemente trai seus aliados.
Estava na hora da luta final. Sem o general manking a aliança foi liderada pelo comandante viking, que ha tempos tentava destronar seu suposto aliado.
Num campo de batalha ja regado de sangue inimigo, o exército turco soltou seu brado de guerra e lutou bravamente contra mumias e vikings numa batalha imortalizada sob o nome de "a batalha do chiclete".
As mumias de fofankamon resistiram pouco tempo e foram extintas apos uma decisão de movimento equivocada de seu general.
O exército viking lutava bravamente, causando baixas consideraveis no exercito turco. Quando os odres ja secavam e as bocas dos soldados turcos secavam o general viking bradou seu nome alto - Svoooooooooooooonka - e ensaiou o golpe final. Inesperadamente, o exército turco separou-se numa manobra rapida e mortal, surpreendendo os finlandeses malvados. Esta manobra ficou conhecida como "dois reis" e não foi incluida por Sun Tzu em "A Arte da Guerra" pois o livro não estava a altura de sua maestria.
A manobra "dois reis" decepou braços e pernas de Svonka, mas o general viking é forte e parecia imortal, pois um rio itermitente encheu em segundos para lavar o sangue de Svonka e traze-lo de volta dos mortos.
Svonka voltou mais forte do que antes, construiu uma torre hoje conhecida como "a torre do chiclete" e contra-atacou. Mas o general turco estava determinado a ganhar aquela batalha. O mal não podia triunfar. E se não foi pela força, seria pela estratégia.
Svonka não esperava tal postura e lançou-se para a batalha sedento por sangue e vingança. Svonka atacava esperando enfrentar manobras como "dois reis", mas encontrou um adversario versatil, que defendia-se com movimentos de guerra inteligentes.
Na cena final, épica, Svonka foi morto com a manobra "um rei aqui e outro ali", quando resolveu atacar com pouco mais do que nada.
Dos trovadores que hoje cantam aquela batalha ouve-se sobre a bravura de Svonka. Mas os cantos de maior sucesso são aqueles sobre a determinação do exército turco, que deu esperança ao mundo ao lutar contra os exércitos do mal.
Mas como nos filmes, a saga nunca tem fim. Os generais voltarão para mais uma guerra.
E que o bem triunfe sobre o mal.
Ponto alto: praticamente tudo
Ponto baixo: nadica de nada
Um comentário:
e a "hora que o herói acordou" até a fonte de texto mudou...
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