Cheguei até que não tão tarde no CEB e já encontrei o Bruno eliminado. Até aí, sem grandes novidades. O discurso, entretanto, merecia atenção. "O viado do Vini trincou no flop e quadrou no river".
Algumas mãos se passam, eu ganhou um blind, perco outros e lá se vai o Lipe fazer second chance. Até aí, sem grandes novidades. O detalhe importante é que quem explodiu o Lipão foi o Vini, que arrumou uma broca esperta.
O blind sobe, o Monicão xinga alguém e o Lipe é mandado para o chuveiro. Novamente pelo Vini, que bateu um A no river.
O Joes, que aguardava cuidadosamente para dar o bote, arrepia no all in, que é pago por Vini. Mais uma vitória improvável do nosso anti-herói.
Edgar, que passava despercebido na mesa, teve o mesmo destino.
Com tantas eliminações sortudas, a conclusão era óbvia: Vini havia dominado a técnica do Poker de Rua. A final seria complicada. Faço o ritual de sai-zica e toco na mandala mágica de Edu Sequela. Logo na primeira mão do heads up, um singelo QQ, que paga o all in chucro do Vinólio. Na segunda mão, AA, que rendeu mais umas fichinhas. De sorte em sorte, viramos o jogo e, na mão final, o K5 trinca o 5.
Amassa! Tudo nosso!
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Hall da Fama - Poker 367 - 22/08/2013
Uma noite para poucos. Bem poucos.
Três estilos distintos. Agressividade lucrativa de um equatoriano, estudo dedicado de um quase profissional e talento nato de um palhacinho. O triângulo do poker estava completo. Não eram mais necessários os coadjuvantes insignificantes.
Três estilos distintos. Agressividade lucrativa de um equatoriano, estudo dedicado de um quase profissional e talento nato de um palhacinho. O triângulo do poker estava completo. Não eram mais necessários os coadjuvantes insignificantes.
Após muitos rivers sortudos, trincas improváveis e uma ou outra second chance, o talento venceu!
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Hall da Fama*
Depois de mais uma previsível surra de Lord Fantini, as fichas são guardadas e os jogadores tentam se conformar com a décima vitória dessa lenda do poker.
Eis que, na calada da noite, chega Vini, entregue e fanfarrão: "Ah não. Vocês perderam pro Mauro? De novo? Que ridículo. Tá faltando eu aqui para fazer frente. Quer saber, vamos jogar um asterisco heads-up. Vai lá, dez reais."
Primeira mão, Mauro janta metade do stack do Vini, fazendo uma trinca.
Segunda mão, Vini aumenta pré-flop. Mauro volta all in com AT e Vini dá call com T2. Parabéns.
Eis que, na calada da noite, chega Vini, entregue e fanfarrão: "Ah não. Vocês perderam pro Mauro? De novo? Que ridículo. Tá faltando eu aqui para fazer frente. Quer saber, vamos jogar um asterisco heads-up. Vai lá, dez reais."
Primeira mão, Mauro janta metade do stack do Vini, fazendo uma trinca.
Segunda mão, Vini aumenta pré-flop. Mauro volta all in com AT e Vini dá call com T2. Parabéns.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Aki eh favela!
Sem dinheiro, cidade de Bebedouro (SP) tapa buracos com cimento
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DE RIBEIRÃO PRETO
Em vez de massa asfáltica, cimento. É assim que os buracos de rua de Bebedouro (381 km de São Paulo) estão sendo tapados por causa da falta de recursos da administração municipal.
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DE RIBEIRÃO PRETO
Em vez de massa asfáltica, cimento. É assim que os buracos de rua de Bebedouro (381 km de São Paulo) estão sendo tapados por causa da falta de recursos da administração municipal.
Iniciada há aproximadamente dois meses, a operação tapa-buracos de Bebedouro já gastou, inclusive, toda a reserva de cimento que havia na prefeitura. Agora, os buracos estão sendo tapados com pó de pedra --mistura de pedra e areia.
Segundo a Folha apurou, a prefeitura havia feito um pregão no começo do ano para contratar uma empresa, que ficaria responsável por fornecer massa asfáltica. No entanto nenhuma ordem de serviço foi expedida e o contrato acabou vencendo.
O engenheiro da prefeitura Antonio Carlos Taparelli Paulo afirmou que não havia recursos financeiros e que, agora, uma nova licitação está sendo elaborada para realizar o serviço.
A assessoria da prefeitura não informou valores, mas confirmou que o pagamento a fornecedores está atrasado em cinco meses.
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