Não há grande vencedor sem mérito.
A sorte por si só explica uma vitória, mas não uma seqüência (vai, trema!) delas.
A Seleção, mais do que jogar bola nessa final contra os EUA, teve brio de campeão. De quem quer ganhar.
O Dunga mostrou mais rapidez a enxergar o erro que seria buscar um resultado largo adverso sem a arma da bola parada.
E em um jogo onde André Santos sentiu o peso e Ramires foi muito bem marcado, brilharam a garra e competência de Luis Fabiano e Lúcio.
Melhor para Dunga, para essa geração de atletas e para nós, brasileiros.
Nós, que vamos todos para a Copa do Mundo com um time que resolve em jogadas individuais, em bolas paradas ou, simplesmente, na raça!
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domingo, 28 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Bafana Bafana
É, eu sei que o gol foi feito pelo único jogador que o Dunga colocou durante o jogo.
Também sei que, com essa vitória, a Seleção mantém uma invencibilidade boa e classifica-se para as finais em uma Copa onde já tombaram Itália e Espanha.
Mas me preocupa a demora do Dunga em entender o jogo.
Desde o primeiro tempo, ficou evidente que a boa marcação africana não permitiria as arrancadas de Robinho, Kaká e Ramires. O diferencial brasileiro teria de ser outro. E não era nada de outro mundo. Era algo que já vem sendo usado na campanha brasileira deste ano a exaustão: a bola parada.
Sem Elano e Daniel Alves, a Seleção ficou sem uma de suas principais armas. Ficou mais rápida, é verdade, mas em um jogo onde a velocidade brasileira foi neutralizada de forma tão competente pelos africanos, abdicar dos cruzamentos, escanteios e faltas diretas destes dois não faz sentido.
É, eu sei que o gol foi de falta e do Daniel Alves. Mas a estrela de Dunga brilhou mais forte que sua competência ao interpretar o jogo. Daniel entrou no jogo para manter a velocidade de um lado esquerdo que já não tinha pernas, e aos 36 minutos (!!!).
A Seleção vai em frente. E que a estrela de Dunga continue brilhando até a final da Copa do Mundo.
Também sei que, com essa vitória, a Seleção mantém uma invencibilidade boa e classifica-se para as finais em uma Copa onde já tombaram Itália e Espanha.
Mas me preocupa a demora do Dunga em entender o jogo.
Desde o primeiro tempo, ficou evidente que a boa marcação africana não permitiria as arrancadas de Robinho, Kaká e Ramires. O diferencial brasileiro teria de ser outro. E não era nada de outro mundo. Era algo que já vem sendo usado na campanha brasileira deste ano a exaustão: a bola parada.
Sem Elano e Daniel Alves, a Seleção ficou sem uma de suas principais armas. Ficou mais rápida, é verdade, mas em um jogo onde a velocidade brasileira foi neutralizada de forma tão competente pelos africanos, abdicar dos cruzamentos, escanteios e faltas diretas destes dois não faz sentido.
É, eu sei que o gol foi de falta e do Daniel Alves. Mas a estrela de Dunga brilhou mais forte que sua competência ao interpretar o jogo. Daniel entrou no jogo para manter a velocidade de um lado esquerdo que já não tinha pernas, e aos 36 minutos (!!!).
A Seleção vai em frente. E que a estrela de Dunga continue brilhando até a final da Copa do Mundo.
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