Se você não conhece, as regras são simples: pedra ganha de tesoura; tesoura ganha de papel; papel ganha da pedra. Ou quando me explicaram quando eu era pequeno: a pedra amassa a tesoura, a tesoura corta o papel e o papel embrulha a pedra. Simples! Igual ao jogo do Mac. Quem saiu, saiu!
Agora, tudo o que você sempre quis saber está no diagrama abaixo: como se dar bem no jokenpô.

Agora, caro amigo blogordurenho, o que você talvez não saiba é que há Campeonato Mundial de Jokenpô, como no vídeo abaixo
É muita falta do que fazer!!!
Então eu vos pergunto: isso é esporte???
PS: uma coisa é certa, o jokenpô é bem mais justo que o par-ou-ímpar
11 comentários:
O melhor é o cara "aquecendo" antes do jofgo.
Depois de dominar as pistas de Curling, parece que o Canadá está se consagrando em mais uma modalidade imbecil...
E a frase do banner: "assim como Xadrez e Mario Kart, Jokempô é um jogo de estratégia..."
Melhor que essa só a dica 8!
Joquempô é um esporte milenar, praticado por muitos e imortalizado por Alex Kidd.
Pra quem é saudosista, aí vai a épica entrevista com o maior jogador de todos os tempos, Rob Krueger.
"Lenda do Joquempô para o preço da Fama"
http://s15.invisionfree.com/Gamer4ever/ar/t502.htm
Três títulos mundiais. Quatro vezes eleito o melhor atleta do mundo na modalidade. Respeitado e querido por muitos. Esta é a ficha de Rob Krueger, canadense de 37 anos, que pode ser considerado o melhor atleta de joquempô de toda a história moderna. Entrevistamos o campeão em sua casa espaçosa, na aconchegante Des Moines, localizada a 45 km de Quebec, poucos dias após sua consagração no Mundial de Toronto:
World RPS: Rob, como é a sensação de ser uma verdadeira lenda viva do joquempô?
Rob Krueger: Estranho. Não me sinto como um ídolo, ainda me surpreendo toda vez que um garoto vem me pedir autógrafo ou tirar uma foto. Por estas coisas eu me sinto bem, mas a falta de privacidade realmente incomoda. Michael (Jordan, ex-astro do basquete) dizia que a fama é traiçoeira, e estou sentindo isso agora.
World RPS: O assédio te incomoda?
Rob Krueger: Em momentos, sim, mas se eu escolhi essa vida, tenho que me acostumar.
World RPS: Falemos então do último Mundial. Como foi suportar a pressão de entrar como favorito, e as críticas que diziam que você estava acabado?
Rob Krueger: Gosto da pressão, dos apupos da torcida. Fiz a minha melhor preparação e estava muito confiante.
World RPS: Fale sobre sua preparação para o Mundial.
Rob Krueger: Após as eliminatórias de junho, comecei os treinamentos aqui mesmo em Des Moines. Fui para Toronto em novembro, onde meu treinador, o grande Isaias Swonsen, me preparou com grande afinco. Pela manhã, um treino físico no Glessen Park, e após um almoço rico em carboidratos, três horas seguidas de treinamento tático. Dormia cedo, e descansava apenas uma vez por semana. O esforço valeu a pena.
World RPS: Três títulos mundiais são o suficiente? Já pensa em parar?
Rob Krueger: Me perguntaram isso depois do segundo título (risos). Mas aquele ano, em Frankfurt, percebi que a única coisa que sei fazer é jogar joquempô, eu amo este esporte.
World RPS: Na semifinal, o japonês Naki Nahirito chegou a abrir 1x0. Você pensou que tudo estaria acabado?
Rob Krueger: Isaias me ensinou a sempre acreditar nos meus sonhos. Apesar dele vencer o primeiro ponto, usando a pedra, eu sabia que tinha condições de vencê-lo. Usei a técnica "Edward" (tesoura-tesoura-tesoura), que nunca me decepcionou mesmo nos piores momentos. Conheço a técnica de Nahirito, eu sabia que ele tentaria a "Embalado a vácuo" (papel-pedra-papel). Já na final, contra Rigaux, após o primeiro movimento acabar empatado (pedra x pedra), vi que ele poderia desistir da "Barbeiro de Sevilha" (pedra-tesoura-tesoura), que eu acreditava que ele usaria. Então arrisquei com a desconhecida "Um Punhado de Dólares" (pedra-papel-papel), que foi ideal para combater a "Avalanche" (pedra-pedra-pedra) escolhida por ele. Foram momentos de glória.
World RPS: Te surpreendeu o nível técnico do Mundial?
Rob Krueger: Sim, o que me surpreendeu foi o fato de países sem tradição chegarem as quartas-de-final, como Salviedo (o hondurenho Hector Salviedo) e McCallister (Jason McCalister, Irlanda do Norte). Essa globalização do esporte é muito benéfica. Mas claro que o que me deixou mais feliz foi chegar à final com meu compatriota Marc Rigaux.
World RPS: Dizem que você e Marc Rigaux não se comprimentam desde o incidente de Estocolmo. O que tem a dizer sobre isso?
Rob Krueger: Já foi dito muita coisa sobre o que aconteceu em Estocolmo (quando Rigaux acusou Krueger de sempre esperar o movimento do adversário e não ser punido pela arbitragem) então prefiro deixar a Federação cuidar disso.
World RPS: E os planos para o próximo ano?
Rob Krueger: Fui nomeado Embaixador do Joquempô pela Federação, pretendo levar o esporte à África, trabalhar com crianças. Também pretendo fazer um bom papel na Liga Canadense, e trazer mais alegria para Des Moines, meus amigos e minha família.
Três títulos mundiais. Quatro vezes eleito o melhor atleta do mundo na modalidade. Respeitado e querido por muitos. Esta é a ficha de Rob Krueger, canadense de 37 anos, que pode ser considerado o melhor atleta de joquempô de toda a história moderna. Entrevistamos o campeão em sua casa espaçosa, na aconchegante Des Moines, localizada a 45 km de Quebec, poucos dias após sua consagração no Mundial de Toronto:
World RPS: Rob, como é a sensação de ser uma verdadeira lenda viva do joquempô?
Rob Krueger: Estranho. Não me sinto como um ídolo, ainda me surpreendo toda vez que um garoto vem me pedir autógrafo ou tirar uma foto. Por estas coisas eu me sinto bem, mas a falta de privacidade realmente incomoda. Michael (Jordan, ex-astro do basquete) dizia que a fama é traiçoeira, e estou sentindo isso agora.
World RPS: O assédio te incomoda?
Rob Krueger: Em momentos, sim, mas se eu escolhi essa vida, tenho que me acostumar.
World RPS: Falemos então do último Mundial. Como foi suportar a pressão de entrar como favorito, e as críticas que diziam que você estava acabado?
Rob Krueger: Gosto da pressão, dos apupos da torcida. Fiz a minha melhor preparação e estava muito confiante.
World RPS: Fale sobre sua preparação para o Mundial.
Rob Krueger: Após as eliminatórias de junho, comecei os treinamentos aqui mesmo em Des Moines. Fui para Toronto em novembro, onde meu treinador, o grande Isaias Swonsen, me preparou com grande afinco. Pela manhã, um treino físico no Glessen Park, e após um almoço rico em carboidratos, três horas seguidas de treinamento tático. Dormia cedo, e descansava apenas uma vez por semana. O esforço valeu a pena.
World RPS: Três títulos mundiais são o suficiente? Já pensa em parar?
Rob Krueger: Me perguntaram isso depois do segundo título (risos). Mas aquele ano, em Frankfurt, percebi que a única coisa que sei fazer é jogar joquempô, eu amo este esporte.
World RPS: Na semifinal, o japonês Naki Nahirito chegou a abrir 1x0. Você pensou que tudo estaria acabado?
Rob Krueger: Isaias me ensinou a sempre acreditar nos meus sonhos. Apesar dele vencer o primeiro ponto, usando a pedra, eu sabia que tinha condições de vencê-lo. Usei a técnica "Edward" (tesoura-tesoura-tesoura), que nunca me decepcionou mesmo nos piores momentos. Conheço a técnica de Nahirito, eu sabia que ele tentaria a "Embalado a vácuo" (papel-pedra-papel). Já na final, contra Rigaux, após o primeiro movimento acabar empatado (pedra x pedra), vi que ele poderia desistir da "Barbeiro de Sevilha" (pedra-tesoura-tesoura), que eu acreditava que ele usaria. Então arrisquei com a desconhecida "Um Punhado de Dólares" (pedra-papel-papel), que foi ideal para combater a "Avalanche" (pedra-pedra-pedra) escolhida por ele. Foram momentos de glória.
World RPS: Te surpreendeu o nível técnico do Mundial?
Rob Krueger: Sim, o que me surpreendeu foi o fato de países sem tradição chegarem as quartas-de-final, como Salviedo (o hondurenho Hector Salviedo) e McCallister (Jason McCalister, Irlanda do Norte). Essa globalização do esporte é muito benéfica. Mas claro que o que me deixou mais feliz foi chegar à final com meu compatriota Marc Rigaux.
World RPS: Dizem que você e Marc Rigaux não se comprimentam desde o incidente de Estocolmo. O que tem a dizer sobre isso?
Rob Krueger: Já foi dito muita coisa sobre o que aconteceu em Estocolmo (quando Rigaux acusou Krueger de sempre esperar o movimento do adversário e não ser punido pela arbitragem) então prefiro deixar a Federação cuidar disso.
World RPS: E os planos para o próximo ano?
Rob Krueger: Fui nomeado Embaixador do Joquempô pela Federação, pretendo levar o esporte à África, trabalhar com crianças. Também pretendo fazer um bom papel na Liga Canadense, e trazer mais alegria para Des Moines, meus amigos e minha família.
Três títulos mundiais. Quatro vezes eleito o melhor atleta do mundo na modalidade. Respeitado e querido por muitos. Esta é a ficha de Rob Krueger, canadense de 37 anos, que pode ser considerado o melhor atleta de joquempô de toda a história moderna. Entrevistamos o campeão em sua casa espaçosa, na aconchegante Des Moines, localizada a 45 km de Quebec, poucos dias após sua consagração no Mundial de Toronto:
World RPS: Rob, como é a sensação de ser uma verdadeira lenda viva do joquempô?
Rob Krueger: Estranho. Não me sinto como um ídolo, ainda me surpreendo toda vez que um garoto vem me pedir autógrafo ou tirar uma foto. Por estas coisas eu me sinto bem, mas a falta de privacidade realmente incomoda. Michael (Jordan, ex-astro do basquete) dizia que a fama é traiçoeira, e estou sentindo isso agora.
World RPS: O assédio te incomoda?
Rob Krueger: Em momentos, sim, mas se eu escolhi essa vida, tenho que me acostumar.
World RPS: Falemos então do último Mundial. Como foi suportar a pressão de entrar como favorito, e as críticas que diziam que você estava acabado?
Rob Krueger: Gosto da pressão, dos apupos da torcida. Fiz a minha melhor preparação e estava muito confiante.
World RPS: Fale sobre sua preparação para o Mundial.
Rob Krueger: Após as eliminatórias de junho, comecei os treinamentos aqui mesmo em Des Moines. Fui para Toronto em novembro, onde meu treinador, o grande Isaias Swonsen, me preparou com grande afinco. Pela manhã, um treino físico no Glessen Park, e após um almoço rico em carboidratos, três horas seguidas de treinamento tático. Dormia cedo, e descansava apenas uma vez por semana. O esforço valeu a pena.
World RPS: Três títulos mundiais são o suficiente? Já pensa em parar?
Rob Krueger: Me perguntaram isso depois do segundo título (risos). Mas aquele ano, em Frankfurt, percebi que a única coisa que sei fazer é jogar joquempô, eu amo este esporte.
World RPS: Na semifinal, o japonês Naki Nahirito chegou a abrir 1x0. Você pensou que tudo estaria acabado?
Rob Krueger: Isaias me ensinou a sempre acreditar nos meus sonhos. Apesar dele vencer o primeiro ponto, usando a pedra, eu sabia que tinha condições de vencê-lo. Usei a técnica "Edward" (tesoura-tesoura-tesoura), que nunca me decepcionou mesmo nos piores momentos. Conheço a técnica de Nahirito, eu sabia que ele tentaria a "Embalado a vácuo" (papel-pedra-papel). Já na final, contra Rigaux, após o primeiro movimento acabar empatado (pedra x pedra), vi que ele poderia desistir da "Barbeiro de Sevilha" (pedra-tesoura-tesoura), que eu acreditava que ele usaria. Então arrisquei com a desconhecida "Um Punhado de Dólares" (pedra-papel-papel), que foi ideal para combater a "Avalanche" (pedra-pedra-pedra) escolhida por ele. Foram momentos de glória.
World RPS: Te surpreendeu o nível técnico do Mundial?
Rob Krueger: Sim, o que me surpreendeu foi o fato de países sem tradição chegarem as quartas-de-final, como Salviedo (o hondurenho Hector Salviedo) e McCallister (Jason McCalister, Irlanda do Norte). Essa globalização do esporte é muito benéfica. Mas claro que o que me deixou mais feliz foi chegar à final com meu compatriota Marc Rigaux.
World RPS: Dizem que você e Marc Rigaux não se comprimentam desde o incidente de Estocolmo. O que tem a dizer sobre isso?
Rob Krueger: Já foi dito muita coisa sobre o que aconteceu em Estocolmo (quando Rigaux acusou Krueger de sempre esperar o movimento do adversário e não ser punido pela arbitragem) então prefiro deixar a Federação cuidar disso.
World RPS: E os planos para o próximo ano?
Rob Krueger: Fui nomeado Embaixador do Joquempô pela Federação, pretendo levar o esporte à África, trabalhar com crianças. Também pretendo fazer um bom papel na Liga Canadense, e trazer mais alegria para Des Moines, meus amigos e minha família.
Puxa, saiu um post para cada título mundial da lenda viva do joquempô.
"Quando em dúvida, faça o 'Spock'. É altamente ilegal, mas também é impossível de contra-atacar."
Dica genial.
"Altamente ilegal" é um ótimo adjetivo para uma jogada...
não existe mais bobo no jo-kem-pô!
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